Ja Online

Trabalhar de graça só relógio do sol

“De grátis”, não!

Não conhecemos o internauta que publicou nas redes sociais uma reclamação que, pensando bem, faz todo o sentido.

Vejam:

“Não, senhor Drauzio Varella, nós não vamos ser mesários voluntários, até porque o mesário deveria ser pago com o dinheiro do Fundo Partidário. Os partidos têm 3, 7 bilhões e nós vamos trabalhar de graça? Ser voluntário para políticos é o cumulo do absurdo. Enquanto isso, tem deputados condenados na Lava Jato, se aposentando com a ‘bagatela’ de R$ 28.000,00! Enquanto isso, o povo honesto, sofrendo para receber um salário.”

Na verdade, já passou da hora de os políticos comprometidos com a moralidade, legalidade, impessoalidade (poucos, raríssimos)dar um basta na festa que o Justiça Eleitoral promove a cada eleição.

Juízes, Desembargadores e Ministros que atuam na Justiça Eleitoral, mudam as leis conforme seus humores, bastando que apenas um deles cisme de achar que tromba de elefante é minhoca (ou vice- -versa) e acabou.

Dali em diante, mesmo que Adão ressuscitasse para dizer-lhes que, quando deu nomes aos bichos, o fez com cláusula pétrea, é dizer, elefante será sempre elefante, minhoca será sempre minhoca, o primogênito de Deus perderia a viagem.

De certo, certo mesmo, só mesmo se Miguel e seus anjos aparecessem por aqui é que o povo poderia pensar em alguma solução, ou seja, no fim dessa bagunça que os integrantes da Justiça Eleitoral promovem, posto que haveria paridade de armas e, cá pra nós, somos
muito mais crentes nas espadas de Miguel e seus anjos do que nas canetas dos atuais donos das tábuas das leis eleitorais.

Manda a prudência, no entanto, que não caminhemos com tanta esperança, pois, logo no início de nossa vida acadêmica, ouvíamos que os juízes (no todo) pensavam-se D’US.

Depois de um tempo, os vimos crendo-se o próprio Criador. Hoje, já no apagar das luzes da nossa atuação, os vemos pregando-se CRIADORES DE D’US!

 

 

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